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Feliz aniversário Alex!

20 de março de 2016 às 18:28 por Simone


Quem é que está comemorando mais uma voltinha ao redor do sol???!!!

Parabéns Alex!!! Os desejos são de um ano cheio de felicidades e muitas realizações 😉

( … e inspiração, álbum novo, turnê nova, afinal nós também merecemos presentes)

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Publicado por | Categoria(s): Banda |

Feliz aniversário Nicholas!

13 de dezembro de 2015 às 16:19 por Simone


Que os anos continuem fazendo muito bem ao nosso guitarrista preferido…

Feliz aniversário Nick  😉
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DJ Set do Paul no Brasil? …Brasília agradece!

9 de novembro de 2015 às 19:04 por Simone


Enquanto a banda tira merecidas férias após o fim da turnê dos FFS pelos Estados Unidos, o Paul resolveu nos fazer uma visita surpresa!

Vai ter festa com DJ Set do Paul? Vai sim!

Para os sortudos de Brasília e região, Paul toca nessa sexta-feira, em Brasília, na festa Play!

Quando? Sexta (13/11)  22:30 – 05:00

Onde? Club 904 / ASCEB – 904 Sul, Brasília

Quanto? 20,00 c/ nome na lista até 00h
……………30,00 c/ nome na lista até 01h
……………40,00 após 01h
…………..*Censura 18 anos*

Link do evento: https://www.facebook.com/events/515943418572844/

Uma noite com o Paul discotecando é garantia de MUITA música boa e diversão! :)

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Publicado por | Categoria(s): Dj Set,Thomson | Tags: , ,

Feliz aniversário Bob!

16 de agosto de 2015 às 17:34 por Simone


Hoje o nosso artista de coração e músico de profissão comemora mais um aniversário.

Que venham ainda muitos e muitos anos viajando pelo mundo com o Franz e levando alegria aos fãs!

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Festa de Lançamento do Álbum FFS

10 de julho de 2015 às 4:47 por Simone


Neste sábado, 11/07, teremos uma festa de lançamento do primeiro álbum do FFS, Franz Ferdinand & Sparks.

A festa acontecerá na Funhouse (Bela Cintra, 567 – São Paulo) em parceria com a Sony Brasil e Delicious Party e teremos sets especiais e sorteio de brindes. A abertura da casa é a partir das 20h para o esquenta e a entrada é liberada até às 00h (não esqueça de levar um documento com foto recente). Acesse o link do evento: https://www.facebook.com/events/910492208992987/

11701045_762098543889328_3907082626517550399_nVenha festejar conosco!

Até o Alex nos chamou para a festa 😉

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Hoje tem FFS no Glastonbury com transmissão ao vivo pela BBC!

28 de junho de 2015 às 6:45 por Simone


O concerto de hoje, 28/06 que acontece no festival Glastonbury, será transmitido ao vivo pela web através da BBC.

O FFS fecha o palco John Peel tocando a partir das 18:05hs Brasília / 22:05hs local

Venha acompanhar conosco a transmissão através do link >> bbc.co.uk/glastonbury

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FONTE: Twitter BBC Glasto

Edição Deluxe do álbum do FFS em pré-venda com frete grátis!!!

27 de junho de 2015 às 9:20 por Simone


E já está disponível em pré-venda o álbum do FFS, com lançamento para o dia 02/07 em versão deluxe digipack.

O melhor de tudo?! Em parceria com a Sony Music Brasil conseguimos frete grátis, mas atenção o frete grátis só será aplicado se a compra for feita através do link abaixo!!!

http://www.saraiva.com.br/ffs-franz-ferdinand-sparks-deluxe-edition-8892969.html?PAC_ID=133640

Aproveitem 😉

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Frete grátis só pra quem é do fã site, aproveitem!

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http://www.saraiva.com.br/ffs-franz-ferdinand-sparks-deluxe-edition-8892969.html?PAC_ID=133640

*** Imagens apenas ilustrativas. Fotos da versãodeluxe digipack inglesa.

Assista ao vivo o concerto do FFS no Bataclan, em Paris

26 de junho de 2015 às 8:47 por Simone


O concerto de hoje, 26/06, que acontece no Bataclan, em Paris, será transmitido através da Art Concert de forma completa e ao vivo via web!!!

Será a primeira transmissão de um show da turnê dos FFS que começou em Glasgow e já tem datas agendadas pela Europa e Japão até o começo de setembro.

Venha acompanhar conosco a transmissão, vale a pena. A transmissão começa 21hs/Paris, 16hs/Brasília, é só entrar no link >> http://www.blogotheque.net/2015/06/23/ffs-en-direct-du-bataclan/

Obs.: O álbum tem previsão de lançamento no Brasil para 02/07 em versão deluxe.

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FFS hoje no Bataclan, Paris

FONTE: La Blogotheque – @blogotheque | FFS Facebook

Brasil é o 3º país que mais acessou Franz Ferdinand no YouTube desde setembro de 2014

23 de junho de 2015 às 14:31 por Simone


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O YouTube divulgou um relatório contendo dados dos países e das cidades que mais acessaram conteúdos (oficiais ou de fan-made) dos artistas no YouTube desde setembro de 2014 até o momento.

O Brasil é o 3º país que mais acessou Franz Ferdinand no YouTube, atrás apenas de Estados Unidos e México.

Entre as cidades, São Paulo aparece na 5ª posição, Rio de Janeiro em 9º e depois vem Belo Horizonte na 21ª posição de cidades que mais acessam conteúdo da banda no Youtube.

Já os vídeos mais visualizados desde setembro de 2014 são:

#1 Take Me Out
#2 Do You Want To
#3 No You Girls
#4 Take Me Out (Naum Gabo Remix)
#5 Right Action

Um pouco de cada álbum no topo dos mais vistos!

Para ver o ranking completo das cidades e países que mais acessaram Franz, basta entrar no site do Youtube.com. Você pode também pesquisar no site o ranking de outras bandas.

 

Fonte: YouTube For Artists

Um estranho caso de amor…

6 de junho de 2015 às 11:53 por Simone


A malta dos Franz Ferdinand cresceu a adorar os Sparks. Os Sparks apaixonaram-se pelos Franz Ferdinand desde o primeiro momento. Andaram 11 anos a namorar-se até que fizeram um filho: FFS é o magnífico filho de uma união improvável | por João Bonifácio 05/06/2015

 

 

 

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Regra número um da pop: nunca, em circunstância alguma, fazer uma super-banda.

Olhando para a história, estes epifenómenos ocorrem quando determinados artistas chegaram àquele ponto em que acreditam de tal modo no seu próprio mito (“Eu sou fantástico, eu sou um Deus”) que, em vez de olharem para o mundo e se dedicarem a criar algo novo a partir do que vêem, decidem que já só podem trabalhar com gente da mesma igualha e dar-se ao luxo da indulgência porque, obviamente, qualquer coisa saída da cabeça de meia-dúzia de génios será excepcional e o mundo inteiro quererá ouvir. Depois pomos um disco dos Travelling Wilburys a tocar e perguntamo-nos “Porquê, meu Deus, porquê?”.

Como o Real Madrid prova quase época após época, uma constelação de estrelas não faz uma equipa. Pelo que é de facto depropositado ver estes FFS surgirem – para quem não sabe, FFS é a sigla escolhida pelos Franz Ferdinand (FF) e pelos Sparks para o projecto em comum que acabam de editar. Espera um minuto: Franz Ferdinand e Sparks juntos? Num super-grupo? Mas isto não faz sentido nenhum. Vejamos. Hipótese a) os Sparks são uma banda pop arrojada, experimental e erudita, não têm nada que se meter com fazedores de pop fácil como os Franz Ferdinand; hipótese b) porque é que os Franz Ferdinand, uma óptima banda de rock afunkalhado, vão perder tempo com gente empreoada como os Sparks?

Resposta: “Porque somos fãs uns dos outros”, diz Paul Thompson, o baterista dos FF, pelo Skype, ao vivo, em directo e a cores de sua casa. Este rapaz sorridente e conversador, que estica as entrevistas por mais tempo que o pré-determinado – o que por um lado é chato porque temos de ficar à espera, por outro é porreiro porque se pode efectivamente ter um diálogo – começa por esclarecer que “nenhum dos envolvidos considera os FFS um super-grupo”. “Não fazemos parte dessa categoria”, diz. Um pouco de humildade, para começar.

Paul é o primeiro a admitir que “para o observador desatento pode parecer improvável que as duas bandas se tenham juntado”. No entanto, ele acha que “há mais território em comum entre ambos do que pode parecer à primeira”. Sim, “são bandas com sons distintos. Os Sparks nos anos 1970 tinham coisas muito barrocas, não raro recorreram a orquestras e utilizam muito mais teclas que nós”, diz, antes de pausar para, como admiração, rematar: “Mas soam sempre a Sparks, já reparaste?”.

Com os FF, admitamos, é mais guitarras. Mas “há uma coisa que ambos temos: uma vontade de chegar ao excesso e de surpreender dentro de cada canção. Se reparares, muitas vezes as nossas canções têm várias canções dentro”. Agora, porque raio e como raio e quando raio é que esta gente decidiu que ia fazer um disco junta? Resposta à última pergunta: “Há onze anos”.

Há onze anos os Franz Ferdinand lançaram o seu disco de estreia e Take me out, o segundo single, estava por todo o lado. “Foram tempos estranhíssimos”, recorda Paul, reportando-se a um momento da sua vida em que passou, do dia para a noite, de absoluto desconhecido a estrela pop. Ou semi-estrela, para usar a definição dele. Estavam então os FF nos EUA em digressão, mais propriamente em LA, quando aparecem os Sparks. “Conhecemo-los no hotel em que estávamos, eles vieram conhecer-nos porque – imagina tu – eram nossos fãs”. Semi-aturdidos por este encontro, os elementos dos FF passaram a conversa a observar atentamente o comportamento da dupla que compõe os Sparks: “Eles não comeram nada, só beberam café. Começámos a imaginar que só comiam comida macrobiótica, imaginámos as coisas mais delirantes a respeito deles. Não púnhamos a hipótese de serem pessoas normais”.

Claro que não punham – por uma razão muito simples: os FF são fãs dos Sparks desde pequenos. “Conheço os Sparks desde miúdo, por causa da colecção de discos do meu pai. O Propaganda era dos meus discos favoritos – aquela música era diferente de tudo o resto”. Ao longo dos anos houve um catrapiscar de olhos mútuo: “O Alex [Kapranos, líder dos Franz Ferdinand] respondeu um dia a um inquérito sobre esse disco e disse maravilhas. E mais tarde eles elogiaram-nos, o que nos pareceu impossível – pensávamos que estavam a gozar até ao dia em que acabámos por encontrá-los em LA, o que nos pareceu ainda mais louco”.

924965A malta dos Sparks deve ter o seu quê de obsessiva, porque depois do primeiro disco dos Franz Ferdinand, sempre que estes tocavam em LA “eles apareciam nos bastidores”. Não apareciam só: “Traziam sempre uma canção para nós. Simplesmente ofereciam: ‘Tomem, usem-na se quiserem’. Mas nós estávamos concentrados nos nossos discos”. Apesar do apreço mútuo e das ofertas, Paul confessa que “nunca ninguém nos Franz Ferdinand alguma vez pensou que as bandas viriam mesmo a fazer música juntos”.

Da forma como Paul coloca as coisas soa àqueles tipos que se encontram na rua e um despede-se dizendo “Eu depois ligo-te”. Sabemos logo ali que esse tipo não só não nos vai ligar como não nos grama. Entre os Sparks e os Franz Ferdinand ficou um vago acordo: “Um dia temos de fazer qualquer coisa juntos”, “Um dia temos de gravar uma canção vossa”, “Um dia devolvemos o favor e escrevemos uma para vós”, esse tipo de coisa. Um dia.

E nisto os anos foram passando – onze anos, para sermos exactos. O que em tempo pop faz dos Sparks dinossauros e dos FF uma espécie em extinção. Onze anos desde terem falado em escrever uma canção para a outra banda. “E quando finalmente começámos a fazê-lo percebemos que na prática era uma colaboração”.

Há cerca de um ano os Franz Ferdinand finalmente começaram “a mandar instrumentais que tínhamos escrito aos Sparks”. Dias depois “eles mandavam melodias de vozes, já com letras acabadas”. Isto pode parecer que uma banda escrevia uma canção, a outra cantava e depois o inverso e assim sucessivamente. Não foi bem assim.

“Dou-te o exemplo de The man witout a tan [uma das canções do disco]: essa canção surgiu entre nós [Franz Ferdinand], no estúdio e mandámos e eles devolveram. Ora, o que eles devolveram era muito diferente do original. É como um cadáver esquisito”. E nisto, Paul, gajo impecável, faz um desenho numa folha para explicar o que é um cadáver esquisito. “Na Collaborations don’t work [magnífica canção, claramente a gozar com o próprio disco], cuja base foi escrita por eles – mandaram-nos a canção com um espaço em branco e ordem para fazermos o que quiséssemos. Claro que o que fizemos era a gozar com a situação”.

Finda a troca de emails, que na prática significou “um ano a fazer demos”, as duas bandas passaram “15 dias todos juntos no estúdio”. Tinham “21 canções para serem escolhidas”, com uma dificuldade acrescida: “Entre nós há quatro ou cinco compositores”. Chegar a uma decisão final acerca de quais as 12 canções que entrariam no disco não se adivinhava fácil e podia ter criado problemas de egos. Solução: “Mostrámos as canções aos amigos e confiámos na escolha deles. E ninguém se zangou”.

Os amigos não têm sempre razão, mas desta vez tinham: Johny delusional, o tema de abertura do disco, é pop de sintetizadores com guitarrinhas funky, coisa que fica de imediato no ouvido – e o mesmo se pode dizer de Call Girl, cujo balanço é abençoado. “Tínhamos de o ouvir como um álbum, não como um conjunto de singles”, diz Paul, e se a tarefa foi levada a bom cabo também não se deve diminuir o poder dos singles: todas as canções, mesmo com os seus desvios a meio, os seus twists, conseguem ser imaginativas e acessíveis em simultâneo.

Do início ao fim do disco será assim: uma melodia, ou de guitarra ou de teclas, chega-se à frente, depois a canção vai dar uma volta e já não é dos Sparks nem dos Franz Ferdinand – é dos FFS. Mesmo que, por exemplo, percebamos que Dictator’s son terá sido ideia dos Sparks, sente-se o dedo dos FF na canção. Melhor ainda: se não soubéssemos da existência das duas bandas estes FFS teriam feito um disco coerente cheio de – como se costuma dizer – grandes malhas. Com um quê daquela grandiloquência ensandecida da década de 1970.

Agora os FFS vão levar o disco para a estrada. Ainda não fazem “a mínima ideia de como vai ser ao vivo. Ainda não definimos o que vai ser”. Os FF vão “tocar canções dos Sparks o mais possível” e o inverso também deve acontecer: “Eles também querem tocar nossas. O que vai soar muito diferente dos originais”. E, claro, os cinco vão tocar FFS.

A digressão dura este verão “mas se as pessoas”, isto é, os melómanos, “quiserem mais pode durar mais”. De certa forma os Sparks e os Franz Ferdinand são “como a namorada de verão” só que tiveram um filho e vão “continuar a conversar”. De modo que, segundo Paul, estão “preparados para tudo o que possa acontecer”. Para já pariram um bicho estranho mas bastante belo. Que mais se pode querer de um amor de verão?

FONTE: Público

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