Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Revista BLITZ – Franz Ferdinand uma banda nova – parte 1

22 de janeiro de 2018 às 16:05 por Simone


De volta com o primeiro √°lbum desde 2013, e com dois novos m√ļsicos a bordo, os escoceses sentem-se no dealbar de uma nova era. Em Londres, Lia Pereira falou com Alex Kapranos e o novo recruta, Julian Corrie, sobre Always Ascending e sardinhas assadas.

 

 

A dois passos do centro de artes Barbican, numa invernosa tarde em Londres, os Franz Ferdinand recebem a imprensa num¬†pub¬†curiosamente chamado The Singer. Numa altura em que muitos ainda almo√ßam ou bebem uma¬†pint, o ru√≠do das conversas animadas tornaria imposs√≠vel qualquer grava√ß√£o de entrevista – talvez por isso, √© na cave do¬†pub, repleta de mesas e cadeir√Ķes de madeira escura, que Alex Kapranos, o vocalista da banda, e Julian Corrie, um dos novos membros do grupo, esperam pela BLITZ. Munidos de grande simpatia e de um humor desarmante, os dois m√ļsicos conversaram com vontade sobre a nova era dos Franz Ferdinand, agora que o guitarrista Nick McCarthy, um dos fundadores do grupo, abandonou o <<navio>>. Corrie, que tem uma carreira musical aut√īnoma como Miaoux Miaoux, foi convocado para tocar teclas, ao passo que Dino Bardot √© o novo guitarrista da banda – e, segundo o sempre divertido Alex Kapranos, <<a maior estrela do rock que Glasgow j√° produziu>>. O regresso a Portugal, em 2018, est√° garantido (NOS Alive), disseram-nos ainda esses cr√≠ticos ferozes do Brexit e de Donald Trump.

franz_ferdinand_-_pc_davidedwards_franzferdinand_sept1719351_1-300_dpi (1)

A renovação Рa saída do guitarrista Nick McCarthy levou à <<contratação>> de dois elementos. Estão ambos abraçados a Alex Kapranos: Julian Corrie à nossa esquerda; Dino Bardot à direita.

Como se sentem nesse regresso aos discos? Always Ascending √© o vosso primeiro √°lbum desde 2013, se n√£o contarmos com a colabora√ß√£o com os Sparks. E √© tamb√©m o primeiro disco sem o vosso guitarrista Nick McCarthy…
Alex Kapranos – √Č √≥timo, porque n√£o s√≥ temos um √°lbum novo, como ele representa o come√ßo de uma nova era, de uma nova d√©cada, de um novo cap√≠tulo da banda. O √ļltimo disco de Franz Ferdinand foi, literalmente, o √ļltimo disco de uma d√©cada da banda. E este parece-nos o primeiro de uma nova d√©cada. (Sussurrando) √Č mesmo muito bom! Posso dizer isto? (risos) Ser√° que devo ser muito modesto e dizer: <<meh, est√° s√≥ mais ou menos?>>. Na verdade, adorei fazer este disco e estou entusiasmad√≠ssimo com ele.

Como conheceram o Julian Corrie, um dos vossos novos m√ļsicos, aqui presente?
AK – Estava em Conway, na Irlanda, para o lan√ßamento de um filme chamado Lost in France, de um tipo chamado Niall McCann. Eu estava l√° com a Emma Pollock e o Paul Savage, dos Delgados e da [editora] Chemikal Underground, e o Stuart Braithwaite, dos Mogwai, e √†s tantas disse-lhe: <<ei, sabes que estamos em Glasgow, sabes de algu√©m que queiras vir para a nossa banda?>>. E ele:<<o Julian √© porreiro, talvez esteja interessado>>. Ent√£o mandei-lhe um e-mail e ele respondeu: <<era capaz de ser engra√ßado>>. Fingindo-se pouco impressionado. (risos) L√° nos encontr√°mos e – o que acaba por ser mais importante que a m√ļsica – fomos comer ao indiano e depois beber uns copos para ver se nos d√°vamos bem. Porque uma banda √© uma empreitada social, √© uma gangue, uma matilha. E temos de nos certificar que nos damos bem e nos divertimos uns com os outros. Felizmente isso aconteceu, pelo que nos junt√°mos e, quando toc√°mos juntos, a banda estava a soar melhor que nunca. Assim, tornou-se √≥bvio que era a solu√ß√£o correta.

E para o Julian, como foi juntar-se à família, à <<matilha>>?
Julian Corrie – Foi muito excitante! Quando o Alex me mandou um e-mail assim do nada, eu estava de f√©rias e pensei: <<uau, um e-mail do Alex Kapranos, o que querer√° ele?>>. Foi fixe, e¬† ¬† ¬† demo-nos logo bem. Lembro-me que quando fui ao est√ļdio que ele tem na Esc√≥cia, para tocar com eles, era uma noite de <<lua de sangue>>. A lua estava vermelha e eu pensei: <<isto ou √© um bom aug√ļrio ou um mau agoiro! Ou vai ser espetacular, ou horr√≠vel>>. (risos) Mas foi √≥timo e depressa percebemos que resultava. Que funcion√°vamos bem juntos, enquanto m√ļsicos.

√Č mais novo que o resto dos seus novos companheiros de banda?
JC – Sim, tenho 32 anos.
AK РQue, curiosamente, é a idade que eu tinha quando o nosso primeiro disco saiu.

Mas parece mais jovem ainda…
JC – Eu sei, n√£o consigo deixar crescer a baraba! (risos)

E quanto ao Dino Bardot, o vosso novo guitarrista? Como chegou à banda?
AK – O Dino √© um velho amigo! Ele n√£o esteve envolvido na grava√ß√£o do disco. N√≥s temos uma regra, que √© nunca ouvirmos, em disco, mais do que aquilo que cinco pessoas poderiam estar a tocar. Sempre grav√°mos os nossos discos com os quatro a tocar ao vivo em est√ļdio, por isso, em todas as can√ß√Ķes que ouves, somos n√≥s os quatro a tocar juntos. Depois abrimos espa√ßo para apenas mais um overdub: mais um par de m√£os ou mais uma voz. Se ouvires o disco, n√£o ouve 14 guitarras a tocar ao mesmo tempo, ou 15 baterias diferentes. Com a grava√ß√£o digital, hoje em dia, isso √© bastante f√°cil de se fazer, mas decidimos manter a coisa relativamente pura. Mas depois pens√°mos: <<se temos esta quinta voz, e nos √°lbuns anteriores alguns dos arranjos at√© s√£o um pouco mais amplos… isto √© o come√ßo de uma nova era da banda, de uma nova d√©cada. N√£o h√° regras que digam que temos de ser um quarteto. Podemos ser o que quisermos! Porque √© que n√£o convidamos o Dino?>>. Eu tinha-o visto a tocar na festa de anivers√°rio de um amigo meu. Ele fez uma banda para poder cantar as can√ß√Ķes favoritas de nosso amigo, o Charlie, Eu cantei a <<I’m on Fire>>, do Bruce Springsteen, porque ele √© um grande f√£ [do Boss], e o Dino foi para o palco e cantou a <<Purple Rain>>. E n√£o se limitou a cantar, tocou o solo de guitarra todo, tamb√©m! E eu fiquei: <<eh l√°!>>. Ele estava a cantar s√≥ por divers√£o, mas soava t√£o natural que pensei: <<o Dino √© a maior estrela rock que Glasgow j√° produziu! E eu n√£o quero ser a √ļnica pessoa a presenciar isto! Anda juntar-te aos Franz Ferdinand, andar em digress√£o por todo o mundo e mostrar a toda a gente que √©s uma estrela rock>>. E assim foi.

Já afirmaram que, com a saída do Nick McCarthy, acabaram por ficar mais fortes como banda. Como é que isso funciona?
AK – Creio que sim, Quando acontece uma coisa t√£o dr√°stica como esta, vemo-nos numa situa√ß√£o de ou vai ou racha. Ou dizes: <<pronto, acabou, n√£o vale a pena continuar a fazer isto, ou…>>. Porque, no fundo, isto obrigou-nos a pensar na raz√£o pela qual quer√≠amos continuar a fazer o que fazemos. N√£o √≠amos continuar s√≥ porque √© isto que fazemos na vida, Tivemos mesmo de pensar se quer√≠amos continuar ou n√£o. Obrigou-nos a pensar na rela√ß√£o que temos uns com os outros, e isso acabou por unir-nos mais.

Como o Liam Gallagher vos disse, é como quando um jogador de futebol deixa uma equipa, certo?
AK – √Č verdade! Est√°vamos num grande festival em Espanha, onde o Liam Gallagher tamb√©m ia tocar, e ele foi aos bastidores cumprimentar-nos. Fic√°mos na conversa, e ele: << ah, pois √©, o vosso amigo foi embora, n√£o √©? O gajo pequenito, que fazia umas dan√ßas estranhas!>>. E n√≥s: <<sim>>. E ele: <<√© como uma equipa de futebol, n√£o √©? Um jogador sai, mas a equipa continua e at√© pode passar a ser mais forte do que era>>. Suponho que com isso estivesse a aludir a uma certa banda em que ele esteve antes… N√£o sei! (gargalhadas)

E a escolha de um título como Always Ascending [<<sempre a subir>>] Рrevela um certo otimismo?
AK – Sim, sem d√ļvida que escolhemos esses t√≠tulo [com essa inten√ß√£o]. N√£o and√°vamos √† procura dele mas, depois de acabarmos o disco, percebemos que seria o mais adequado. Porque temos mesmo a sensa√ß√£o de termos ascendido, de estarmos num s√≠tio diferente, o que √© √≥timo.

A

… a segunda parte da entrevista ser√° postada logo logo ūüėČ

FONTE: Revista BLITZ (Portugal) janeiro 2018 | Agradecimentos: Raquel Custódio pelos scans da revista!

‚Äú√Č o come√ßo de uma nova era‚ÄĚ ‚Äď Franz Ferdinand anuncia turn√™ e retorna com novo single e √°lbum ‚ÄúAlways Ascending‚ÄĚ

27 de outubro de 2017 às 10:57 por Simone


Nós conversamos com Alex Kapranos sobre perder um membro e encontrar um novo propósito

     por ANDREW TRENDELL @ANDREWTRENDELL | OCT 25, 2017

FFnewera

O Franz Ferdinand voltou com not√≠cias sobre o seu t√£o aguardado novo √°lbum e uma turn√™ pelo Reino Unido. Ou√ßa a faixa-t√≠tulo “Always Ascending” e veja as datas de turn√™ ap√≥s a entrevista com o frontman Alex Kapranos.

Ap√≥s provocar os f√£s com um trechinho da nova m√ļsica no in√≠cio desta semana, os veteranos do indie rock e vencedores do pr√™mio Mercury revelaram o single principal e anunciaram que o novo √°lbum “Always Ascending” ser√° lan√ßado dia 9 de fevereiro de 2018.

Aproveitando os sons sintetizados e eletr√īnicos da banda, a faixa √© uma mudan√ßa experimental e propulsora para a banda, uma partida ambiciosa de suas ra√≠zes com guitarras fortes.

‚ÄúEm termos sonoros, essa m√ļsica representa bem o √°lbum todo‚ÄĚ, Kapranos contou √† NME. ‚ÄúEste disco soa bem diferente dos nossos anteriores ‚Äď √© um √°lbum um pouco mais amplo e menos ‚Äúdireto as guitarras‚ÄĚ. √Č s√≥ uma amostra. Ainda h√° mais surpresas por vir‚ÄĚ.

                                                                   

Os f√£s estavam esperando ansiosos por not√≠cias do novo √°lbum desde a sa√≠da do guitarrista Nick McCarthy em julho de 2016, ap√≥s 14 anos de banda. O Franz ent√£o confirmou que ele n√£o participaria das grava√ß√Ķes nem da turn√™ do quinto √°lbum ‚Äď sequ√™ncia do aclamado Right Thoughts, Right Words, Right Action (2013).

A lista de m√ļsicas de “Always Ascending” √©:

Always Ascending
Lazy Boy
Paper Cages
Finally
The Academy Award
Lois Lane
Huck And Jim
Glimpse Of Love
Feel The Love Go
Slow Don’t Kill Me Slow

Voc√™ disse que o √°lbum √© tanto ‚Äúfutur√≠stico quanto naturalista‚ÄĚ. Como voc√™ procurou encontrar esse equil√≠brio?

N√≥s quer√≠amos pegar os sons que j√° s√£o dispon√≠veis para n√≥s agora e faz√™-los soar como algo que voc√™ nunca ouviu antes ‚Äď o som do futuro. Quando voc√™ est√° gravando um √°lbum em 2017, voc√™ precisa estar de olho no pr√≥ximo passo. O que as pessoas ainda n√£o ouviram em 2018? Em termos de ‚Äúnaturalista‚ÄĚ, n√£o √© um retrocesso, mas sobre tentar fazer algo que soe como se fosse tocado por humanos. √Č bem tentador no est√ļdio digitalizar os m√≠nimos detalhes, ‚Äúphotoshopar‚ÄĚ sua m√ļsica. Tudo foi tocado ao vivo e nada foi programado. O som ainda √© bem cru e tem um lado rock n‚Äô roll nele.

Liricamente, com o que você diria que está lidando neste álbum?

Talvez haja um tema, mas eu ainda n√£o o descobri. Eu estava respondendo ao que estava ao nosso redor. A m√ļsica ‚ÄúAlways Ascending‚ÄĚ foi inspirada por um evento hist√≥rico que ocorreu com algumas pessoas e, elas acabaram literalmente levantando e deixando a Terra. Eu n√£o quero falar muito sobre isso agora.

N√≥s √≠amos escrevendo e criando personagens, da mesma forma que voc√™ faria se fosse um escritor de contos ‚Äď voc√™ teria cor e uma hist√≥ria pr√©via, que seria sugerida na m√ļsica. Foi um jeito especial de escrever. N√≥s quer√≠amos personagens que fossem convincentes e tivessem uma profundidade emocional. Em livros e filmes ningu√©m questiona a profundidade emocional, mas quando voc√™ est√° escrevendo uma m√ļsica de rock n‚Äôroll, h√° sempre uma presun√ß√£o que elas devem partir de experi√™ncias pessoais para serem ver√≠dicas. N√≥s quer√≠amos ‚Äúsacudir‚ÄĚ essa ideia e criar personagens que fossem ainda mais cr√≠veis e v√≠vidos do que experi√™ncias pessoais possam ser.

Ap√≥s o lan√ßamento da m√ļsica anti-Trump ‚ÄúDemagogue‚ÄĚ, voc√™ tocou novamente no tema do estado atual pol√≠tico?

√Č assustador, n√£o √©? ‚ÄúDemagogue‚ÄĚ foi escrita no in√≠cio do processo desse √°lbum. N√≥s decidimos lan√ßa-la naquele exato momento porque sab√≠amos que qualquer que fosse o resultado da elei√ß√£o nos EUA, aquela m√ļsica se tornaria totalmente irrelevante. Olhando agora, como o mundo era diferente apenas um ano atr√°s ‚Äď n√≥s ach√°vamos que seria aterrorizante ‚Äúse‚ÄĚ eles (americanos) elegessem Donald Trump. Na sua mente voc√™ est√° pensando ‚ÄúVamos l√°, n√£o √© poss√≠vel que eles v√£o eleger esse idiota‚ÄĚ. Eu lembro que naquela √©poca havia um equil√≠brio entre o horror e gra√ßa dessa elei√ß√£o.

O que est√° sendo interessante e mortificante de se ver √© como o lado c√īmico foi completamente tomado pelo lado obscuro da situa√ß√£o real. √Č absurdo e perverso, mas n√£o √© divertido em nenhum sentido. A realidade √© absurda, voc√™ n√£o pode inventa-la. √Č t√£o ego√≠sta e cruel. Voc√™ pode v√™-la refletida no nosso pr√≥prio pa√≠s. Realmente √© um tempo repugnante.

Voc√™ acredita que como √© um artista sempre em turn√™ voc√™ precisa constantemente ‚Äúexplicar‚ÄĚ o Brexit?

Eu lembro que estava na It√°lia na √©poca da vota√ß√£o. Eu viajei de volta pra casa alguns dias depois e o seguran√ßa do aeroporto estava ‚Äúo que voc√™ fez?‚ÄĚ. Fiquei meio envergonhado, mas tive de dizer ‚Äún√£o fui eu!‚ÄĚ. Como explicar isso? Como pudemos ser t√£o idiotas?

Uma vez que o Nick deixou a banda, como você diria que a química [entre a banda] mudou?

O que aconteceu foi que Bob, Paul e eu nos unimos. Tornamo-nos muito pr√≥ximos e passamos a sair juntos o tempo todo. Foi quando n√≥s realmente come√ßamos a compor. Isso concentrou nossa identidade¬† e o que n√≥s quer√≠amos fazer enquanto banda e o que quer√≠amos criar. A sa√≠da do Nick foi um est√≠mulo real. Quando algo dessa magnitude acontece, n√£o d√° pra simplesmente seguir com a banda como era antes. Ou voc√™ vai “certo, acabamos por aqui” ou se concentra e fica mais forte. Foi o que aconteceu conosco. N√≥s tivemos mais paix√£o e mais est√≠mulo do que por uma d√©cada. Nunca estive mais intensamente na banda.

Me lembro do Interpol dizer algo parecido ap√≥s a sa√≠da do Carlos D…

Curiosamente, depois que o Nick saiu eu estava em Nova Iorque e sa√≠ com o Daniel [Kessler, guitarrista do Interpol]. Est√°vamos conversando sobre como √© ter mais dos seus amigos e membros fundadores deixando a banda. Ele me ajudou a entender como a sua identidade e foco tornam-se mais fortes. Curiosamente, outra experi√™ncia que resumiu bem foi quando est√°vamos tocando em um festival em Madri recentemente e o Liam Gallagher tamb√©m estava l√°. Ele estava perguntando como era depois da sa√≠da do Nick e disse ‚Äú√© como estar em um time de futebol ‚Äď um jogador sai, mas o time continua jogando‚ÄĚ. √Č uma forma bem sucinta de se colocar.

Então onde o Franz Ferdinand se encontra agora? Como você se sente sobre a próxima geração?

Eu sinto que o √ļltimo disco (Right Thoughts, Right Words, Right Action) foi um bom encerramento de um per√≠odo. Este parece a prefeita introdu√ß√£o para a d√©cada que est√° por vir.

Voc√™ se sente, como disse o Kassabian, ‚Äúsobrevivente‚ÄĚ da cena das guitarras dos anos 2000?

Oh, Deus. Eu nunca conheci os caras do Kassabian. N√≥s fizemos uma turn√™ com o Interpol anos atr√°s e ainda sou amigo do Daniel e de muitas outras bandas. Muitas dessas bandas acabaram lan√ßando discos ao mesmo tempo umas das outras. N√£o vejo isso como qualquer tipo de “cena”. Vejo meus contempor√Ęneos como as bandas que vieram de Glasgow ao mesmo tempo. Sinto mais afinidade com uma banda como Sons & Daughters. N√≥s n√£o quer√≠amos fazer parte de uma cena quando come√ßamos. Quer√≠amos fazer algo diferente. Eu n√£o quero fazer um disco que pare√ßa que algum outro p*to tenha feito ‚Äď Eu quero fazer um disco que todos queiram copiar.

Turnê e entradas para o Franz Ferdinand

As datas da próxima turnê da banda no Reino Unido e Ireland estão logo abaixo. Entradas serão colocadas a venda a partir de 9am de sexta, 3 de novembro e disponíveis aqui.

Saturday         10 February    Galway, Ireland     Leisureland
Sunday            11 February    Dublin, Ireland     Olympia Theatre
Tuesday          13 February    Manchester      Albert Hall
Wednesday    14 February    Nottingham     Rock City
Friday             16 February    Newcastle         02 Academy
Saturday         17 February    Glasgow            02 Academy
Monday          19 February    Leeds                 02 Academy
Tuesday         20 February    Birmingham     02 Academy
Wednesday    21 February    Bristol                02 Academy
Friday             23 February    Cambridge        Corn Exchange
Saturday        24 February    London              02 Brixton Academy

 

Tradução e agradecimentos: Amanda Carvalho | Elisabete Moura Rocha | Paula Higa

FONTE: http://www.nme.com/news/music/franz-ferinand-new-album-song-tour-always-ascending-interview-2153300

 

  

Categorias

Arquivos

Links