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Entrevista com o Paul depois de mais uma discotecagem pelo mundo

25 de fevereiro de 2011 às 14:36 por Simone


No último dia 18, Paul foi o convidade da MILK! Party, festa que aconteceu na Sugar Reff Musicology em Arezzo, na Itália.

Propaganda do DJ Set dele por lá, misturando o instrumento que ele toca no Franz e um remix da banda: Franz Ferdinand - The Fallen (Justice Remix). Muito interessante!

E, uma entrevista traduzida onde Paul fala sobre sucesso, sobre a diferença entre discotecar e tocar ao vivo e, não fala sobre o cd novo do Franz Ferdinand. Continuamos na mesma!

 

Entrevista com Paul Thomson (Franz Ferdinand), celebridade convidada da última Milk! Party: “Faça a sua música! É o único caminho para o sucesso!”
22 de fevereiro de 2011, por Marco Picinotti

Em breve nas colunas de l’Orlandino aparecerá uma nova série de entrevistas com bandas emergentes de Arezzo. Será uma oportunidade para mostrar suas intenções ao mundo, aquele da música, da garagem e salas de ensaio, que em Arezzo sempre tiveram algo a dizer. Uma área aos cuidados de Diego Nicchi, músico (vocalista do Soul Killa Beatz), que escreve e fala de música faz tempo (Radio Wave) e não contente, também organiza alguns eventos (todos os Sonic Chameleon). Um espaço que se chamará -como me disse via Facebook – “Band alle Cianceâ€.    
                                                       
Dito isto…qual melhor maneira de introduzir uma nova coluna sobre música, se não com uma entrevista feita com quem já entrou pra história da música? A sorte e a ocasião quem nos regala é a Milk! Aquela de sexta-feira passada, e que levou a Arezzo uma verdadeira estrela: um convidado excepcional, Paul Thomson.  Um rapaz inglês, de Glasgow para ser mais preciso, baterista profissional, DJ ocasional, mais conhecido como membro de uma banda chamada Franz Ferdinand.

Você já ouviu falar?

Sim, o próprio Franz Ferdinand, aqueles que inventaram um gênero musical, o indie. O mesmo genero que – hoje em dia – todos ouvem, aquele que distingue os anos 00. Vamos trocar algumas palavras para entender melhor como um cara de Glasgow, que até pouco mais de dez anos atrás discotecava em um pub escocês, o Vic Bar, perto da Escola de Arte, onde posava como modelo nu (inclusive, na frente de pintoras garotas de seus futuros companheiros de banda), hoje tocando suas baquetas na bateria de uma das maiores bandas de rock do mundo…

Do Vic Bar…ao Milk!…no meio da história…mas o que você tem a mais que os outros?

“É…o que eu tenho a mais do que os outros…eu acho que nada! Tudo o que aconteceu, aconteceu. Ponto!”

Eu entendo, mas algo a mais você tem…você é “o cara com o ritmo” de uma das maiores bandas em circulação…

“Olha, eu sei tocar guitarra, baixo, piano e, claro, a bateria…mas alguns membros da banda, quando nos reunimos no final dos anos 90, nem mesmo sabiam tocar um instrumento…pense um pouco’…(Bob Hardy, o atual baixista, na verdade aprendeu a tocar com Alex Kapranos, o vocalista! E isso só um pouco antes de nascer o Franz Ferdinand – nota do editor)”

Bem, então o caso é que queriam que o sucesso viesse…

“O sucesso…que fique entre nós…nós nem tinhamos pensado nisso! Nem uma vez!”

Ok, pensam que tudo é destino…mas pelo menos dê um conselho aos jovens músicos que sonham em chegar a esse abençoado sucesso…

“A única coisa que vem à mente, é: ‘Gente, não copiem ninguém! Façam a sua própria música!’ Esta é a única maneira de se chegar a algum lugar”

E pra quem você discoteca, o que você sugere?

“A regra número um é colocar coisas que fazem as pessoas dançarem. Encontrar as músicas que você sabe que as pessoas simplesmente não vão conseguir ficar paradas…”

Tipo? O que nunca falta em sua programação?

“Nunca falta Optimo, The Understones, Patrick Cowley, Killing Joke. Outras coisas essenciais são Talking Heads, Gino Soccio…”

Algo italiano?

“Eu amo rock progressivo italiano!”

Mesmo, você adora? Quem, em particular?

“Eu posso te dizer, para falar um nome entre tantos, que na próxima semana eu vou ver o Goblin em Glasgow! (Tocarão nesta sexta-feira no ‘The Arches’ na 253 da Argyle Street, talvez interesse para alguém – nota do editor)”

Qual é a diferença entre discotecar músicas e reproduzi-las realmente?

“A diferença é que quando você é DJ, as pessoas te pedem as músicas! Enquanto que, se você toca bateria, ninguém vem te dizer nada. Além do mais, a diferença é muito mais que isso…tocar é fazer uma performance ao vivo. Tocar é uma arte. Ser DJ, é botar pra rodar os discos, simplesmente escolher”

Sobre a arte, com o Franz Ferdinand? Alguma antecipação?

“Nenhum comentário! (O Franz Ferdinand está trabalhando no quarto álbum, que deve sair na primavera, mas eles mantém tudo estritamente confidencial, não falam, para evitar levantar falatório desnecessário. No entanto, os fãs sabem disso…somos fãs! – nota do editor)”

Eu tinha lido que você é um homem reservado, de poucas palavras! E, de fato…!Bem…você deu uma olhada em nossa cidade? O que te pareceu?

“Mmm, eu não vi quase nada! Eu fui ao restaurante ‘Da Olga’ para comer e depois para o hotel…”

Mas o fato é que eles o viram na Via Crispi com um saco de Pici (uma espécio de Spaghetti) ao molho, ao longe e uma garrafa de um bom Chianti…é de poucas palavras esse “cara com o ritmo” escocês…mas não é estúpido…!

(Agradecimentos especiais a Matteo Campriani e Elisa Masini, os dois tradutores simultâneos da entrevista…sem eles, o sotaque forte escocês de Paul Thomson seria imcompreensível! Obrigado)

FONTE: L’Orlandino e MILK! Party Facebook

Franz Ferdinand fala sobre distribuição musical

8 de outubro de 2009 às 6:03 por altair


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Alex Kapranos - Foto: Jr Reis

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Alex Kapranos prevê que, num futuro próximo, alugar canções será tônica do mercado.

Entrevista feita por: Jotabê Medeiros

Pouco antes do show para cerca de 1 mil sortudos na boate The Week, os quatro integrantes do grupo – Alex Kapranos, Nick McCarthy, Bobby Hardy e Paul Thomson – toparam conversar com o Estado sobre temas relacionados à problemática da distribuição de música nos dias atuais. Têm poucas divergências e até arriscam alguns palpites. O baixista Bobby Hardy foi a exceção, não quis se estender no assunto (“Somos apenas quatro amigos cuja atividade é fazer música, e analisar o mercado é coisa para quem comercializa música”, disse).

Ao contrário de Bob, Alex Kapranos, o líder do grupo escocês – poucos fazem um show ao vivo tão bem hoje em dia – não se fez de rogado e até arriscou algumas fórmulas que, pensa, podem salvar a lavoura do rock’n’roll.

JOTABÊ MEDEIROS: A cantora britânica Lily Allen disse que está pensando em se aposentar, já que não vê futuro para os músicos atuais por causa do download ilegal. Há um movimento na música britânica nessa direção, que envolve gente como James Blunt, Elton John. O que vocês acham disso?

FRANZ FERDINAND: Nós conversávamos sobre isso justamente esta noite. Pensamos em uma solução há muito tempo. Você é a primeira pessoa que vai ouvir nossa sugestão para salvar a música (risos). O problema é: cada nova peça de música que é gravada, não há controle da distribuição. Então, em vez de as pessoas comprarem a música que já existe, de um artista tipo Lily Allen, pagam uma contribuição para a próxima música desse artista. Por meio de comunidades de fãs. Por exemplo: todo mundo quer ouvir a próxima canção de Lady Gaga? Então, 20 milhões de pessoas ao redor do mundo dão a Lady Gaga 50 centavos cada um. Assim, têm direito a ouvir primeiro a nova canção de Lady Gaga. É uma forma de financiar a produção musical desses artistas.

(mais…)

Esclarecimentos sobre “What She Came For” e para onde vai a gravação do show…

5 de outubro de 2009 às 18:00 por tarci


Está rodando em vários sites relacionados ao Franz que “What She Came For” teria um clipe, por causa de screencaps de um vídeo e pelo lançamento do single de “What She Came For Remixes” mas isso NÃO foi confirmado pela banda. Em conversa com o Franz Ferdinand Brasil, Alex e Nick disseram que não tinham nada gravado, mas que o próximo vídeo, ainda não escolhido, sairia em breve. Nick ainda falou que gostaria que “Twilight Omens” virasse single, mas isso também dependeria da gravadora.

Os screencaps são de um vídeo que está sendo mostrado nos shows da banda, que foi criado pela NEWFUTURENOW. Para ver o vídeo original clique aqui. No menu do lado direito da página você ainda pode encontrar outros vídeos da turnê.

Abaixo os screencaps que estão sendo divulgados:

Clique para ver em tamanho maior

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Como já dissemos antes aqui no FFBr, a banda confirmou na coletiva de imprensa realizada no dia 30 de setembro, que o show na The Week iria virar material para um novo DVD, mas no outro dia, Alex nos disse que viraria um especial para a MTV Brasil.

O que resta é esperar… mas quem sabe não vira especial para a MTV e material para o novo DVD? ;)

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Franz Ferdinand participa de coletiva antes do show do ano

1 de outubro de 2009 às 20:45 por Liliane Rodrigues


A noite de 30 de setembro de 2009 ficará marcada como uma das melhores para todos os fãs do Franz Ferdinand. Afinal, foi neste dia que anunciaram oficialmente, na boate The Week, em São Paulo,  a turnê brasileira da banda em 2010, abrangendo cidades como Brasília e Porto Alegre, além de São Paulo e Rio de Janeiro, como já divulgado aqui. Além desta informação tão esperada, foi realizada uma coletiva de imprensa e um dos melhores shows da banda em território tupiniquim.

Na coletiva, os quatro rapazes de Glasgow responderam perguntas de diversos veículos de comunicação e ao site Franz Ferdinand Brasil. Em meio às questões, eles comentaram o último álbum, Tonight, lembrando de escolhas como a produção de Dan Carey, que foi determinada após algumas indicações feitas por pessoas de confiança dos integrantes. Para a banda essa foi uma de suas melhores parcerias, além disso, procuraram manter a sonoridade dos dois primeiros álbuns adicionando sintetizadores e tornando as canções bem mais dançantes, sem deixar de ser uma banda de rock.

(mais…)

Kapranos recusa deixar flat escocês

17 de fevereiro de 2009 às 13:18 por Liliane Rodrigues


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Alex Kapranos se recusou a sair de seu minúsculo apartamento localizado em Glasgow, Escócia – ainda que sua namorada de longa data odeie o lugar.

Alex admitiu que havia resolvido voltar ao local após o término das turnês e gravações: “Voltarei ao apartamento, com os mesmos móveis e os mesmos livros na prateleira, e imaginar que nada disso aconteceu. Eu gosto de fazer isso.â€

Mas o antigo lar está arruinando o seu romance com Eleanor Friedberger, cantora da banda Fiery Furnaces, já que ela afirmou odiar passar o tempo naquele lugar. “Eleanor não suporta essa ideia. Ela diz: ‘porque é que você ainda vive lá?’”, disse Kapranos à revista Rolling Stone.

Fonte:  site Contact Music

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Alex Kapranos: ‘A internet é como o vestiário de meninas fofoqueiras’

30 de janeiro de 2009 às 14:47 por Bia


(Entrevista da New York Entertainment traduzida)

O último álbum do Franz Ferdinand, You Could Have It So Much Better de 2005,  foi visto pela crítica como algo que soava muito parecido com seu primeiro álbum de 2004 e não continha um hit como ‘Take Me Out’. Os fãs, agora, devem ficar bem satisfeitos em saber que Tonight, o terceiro álbum com muito mais eletrônico, demonstra uma evolução da banda de Glasgow, além de conter ‘No You Girls’ e ‘Lucid Dreams’, duas de suas melhores canções já feitas.  Conversamos com Alex Kapranos sobre o novo som do Franz, os perigos da coreografia e como os rumores começaram.

A diferença entre a produção desse álbum e os dois anteriores foi bem grande. Foi uma tentativa de vocês se reinventarem?
Quando começamos a compor a um ano e meio, nós realmente queríamos criar uma nova identidade. O modo com que criamos nossa identidade antes, isso se tornou onipresente. Você ouvia em qualquer lugar. Então nós quisemos evoluir e usar muito mais baixo e outros instrumentos, e diminuir um pouco o tempo, o que tornou a música mais pesada.

No último abril vocês lançaram uma gravação antiga de ‘Lucid Dreams’, que soava muito mais como o velho Franz Ferdinand, com apenas guitarras e bateria. Mas a versão do Tonight é totalmente diferente, com muitos teclados e uma finalização de 5 minutos com sintetizadores. Todas as novas músicas passaram por uma evolução tão dramática?
Muitas músicas foram mudadas por razões diferentes, havia muito desafio e erro. Você só realmente compreende se uma música é boa ou não quando toca para um público pela primeira vez. É como se você comprasse uma linda calça vermelha, e você está em casa olhando pra ela e pensando, “Ah, ela é fantástica.” E quando você sai e seus amigos não falam nada sobre ela, você sabe que cometeu um erro. Eu lembro da primeira vez que tocamos ‘Take Me Out’, foi terrível.

A algum tempo atrás, Nick McCarthy deu uma entrevista na qual ele dizia que o álbum teria influências africanas. E todo mundo na internet ficou preocupado que vocês fossem gravar um cd apenas com kalimbas e percussões ou algo assim. Mais tarde, você disse que ele teria um pouco de eletrônica e todos os blogs entraram em pânico de novo. Vocês estavam tentando assustar as pessoas?
Não. A culpa é em parte da nossa decisão de não falar com a imprensa enquanto estávamos compondo. Mas quando acidentalmente demos uma entrevista, algumas coisas que falamos foram exageradas pela mídia. Eu acho que Nick falou com um jornalista que perguntou ‘Vocês gostam de música africana?’, e ele honestamente respondeu ‘Sim, nós gostamos.’ E aí ele perguntou ‘Ela é uma influência na sua música?’ e Nick disse ‘Se nós gostamos, provavelmente há uma influência sim.’ Mas nós somos quatro caras de Glasgow – nós não vamos fazer um cd africano. Mas se você menciona isso uma vez numa entrevista, ela gera boatos. Especialmente na internet. A internet é como o vestiário de meninas fofoqueiras depois da escola, não é?

As capas dos seus dois primeiros cds têm uma estética similar, mas mais uma vez, esse último é diferente. Qual é a idéia ali?
Para os nossos álbuns anteriores, usamos muito do Construtivismo Russo, e aquele estilo geometrizado realmente combinava com o som, aqueles cantos bem marcados e linhas. Dessa vez aquilo não parecia apropriado – a música não soava como aquela aparência. Procurávamos coisas novas, e é a combinação de duas idéias: uma é baseada na idéia de Cindy Sherman, os frames de filmes sem título os quais ela pausava e fotografava como se fossem um frame de um filme imaginário; você olharia a fotografia e, embora o filme não existisse, você criaria os personagens e a história e o lugar na sua imaginação. E também tem a fotografia de cenas de crimes do meio do século, onde tudo é um momento congelado por um flash muito forte, tudo tem uma forma bem brutal de preto e branco.

Vocês estão coreografando alguns passos novos para essas músicas?
Nós nunca coreografamos nossas danças! É espontâneo. Deus, se você tenta coreografar aquilo você quebrará suas pernas. Não, eu não faço coreografia. Minha memória não tem capacidade de aprender coreografia; nós apenas fazemos o que nos dá vontade.

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Franz Ferdinand fala sobre ‘Tonight’

20 de janeiro de 2009 às 20:11 por Bia


(Matéria da BBC, por Greg Cochrane)


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Franz Ferdinand embarcará numa turnê completa pelo Reino Unido em Março de 2009

Franz Ferdinand falam sobre seu novo álbum Tonight.

O álbum – terceiro da banda – e sucessor do You Could have It So Much Better de 2005 será lançado no dia 26 de janeiro.

Foi produzido por Dan Carey – depois de algumas sessões abortadas com o grupo de produção Xenomania – e parece que o grupo se afastou um pouco do seu som baseado em guitarras.

O baixista Bob Hardy disse: “Temos uma maior paleta de sons, muito mais eletrônicos e atmosféricos.â€

‘Diferença essencial’

Hardy continuou: “A diferença essencial é que há muito mais sintetizadores do que guitarras.â€

“Isso foi meio que em reação ao segundo álbum que tinha muita guitarra.

“Nós adquirimos muitos sintetizadores e teclados durante as últimas turnês mas nunca tivemos a chance de tocar com eles.

“Ele tem mais ritmo – é muito mais dançante que o segundo álbum.â€

O quarteto começou seu trabalho inicialmente com o bem sucedido grupo de produção Xenomania [Brian Higgins] que havia trabalhado anteriormente com Girls Aloud, Sugababes e Pet Shop Boys.

Entretanto, as sessões foram logo encerradas.

Hardy: “A maneira com que a Xenomania trabalha é que ela é como uma banda, eles têm alguém que trabalha nos ritmos, e alguém que trabalha com os teclados, e alguém que trabalha nas melodias.

“E isso é o que fazemos entre nós – não acho que era necessário nos juntarmos a eles para um álbum todo.

“Nós também fizemos algumas coisas com outros produtores. Fizemos uma música com Erol Alkan, trabalhamos um pouco com James Ford, mas estávamos só testando pessoas.â€

Eventualmente eles encontraram o obsessivo por dubstep e produtor do Hot Chip e do CSS, Dan Carey.

Tocando ao vivo

Enquanto isso, o quarteto continuou tocando shows esporádicos assim que começaram a gravar demos para o Tonight com o intuito de ajudar a dar forma ao novo material.

“Nós estávamos fazendo coisas em Glasgow como shows estranhos em pubs nos quais nós marcávamos e chamávamos amigos só para tocar algumas músicas e sentir como elas estavamâ€, diz Hardy.

“Na maneira com que o público reage a uma música você pode ver seus pontos fortes e suas fraquezas – eles se tornam muito mais claros.â€

O processo de gravação rapidamente se concluiu entre 2007 e 2008 – mas a peça final do quebra-cabeça foi o título do álbum.

“Nós já sabíamos por muito tempo que queríamos um nome que fosse bem direto e curto.

“Paul comentou que muitas das músicas tinham um clima noturno.â€

Além das extensas sessões Hardy admite que ele não voltou a escutar muito o álbum depois de sua conclusão.

“Algumas vezes,†ele diz. “Não obsessivamente – eu não acordo de manhã e o ponho pra tocar. É mais quando estamos nos preparando para tocar ao vivo – não está na lista dos mais tocados do meu iPod.â€

Férias essenciais

Tudo isso veio depois que Kapranos e companhia decidiram tirar longas férias depois de terem trabalhado sem parar desde a composição do seu primeiro álbum em 2003.

“Fui para New York ficar com os amigos, passear por lá e fui a shows,†explica Hardy.

“Alex estava trabalhando naquele álbum do Cribs, Nick viajou bastante e Paul estava sendo pai – estávamos todos fazendo coisas bem diferentes.

“Foi essencial que fizéssemos aquilo. Você tem que sair da bolha da banda e viver a vida real ou vai terminar num lugar muito estranho.â€

Eles confirmaram os planos de serem atração principal no Festival Benicassim na Espanha em julho desse ano e tocarão na O2 Arena de Londres no dia 26 de fevereiro junto com o The Cure.

Fonte:BBC

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